Caixinha de tesouro

O vídeo sobre saudade, narrado por Allan Dias Castro, intitulado, Voz ao verbo 151 - O colecionador de saudades, https://www.youtube.com/watch?v=nXDRTXDmoIc me fez pensar em uma caixinha de tesouros. A palavra caixinha no diminutivo é apenas para colocar nela o carinho do diminutivo, mas de verdade vejo a minha caixinha sem fundo.

Olho para dentro e vejo uma coleção de ações e sentimentos que elas provocaram.


Ao olhar cada lembrança que está lá dentro vejo a materialização de uma Energia Sagrada de Amor que me torna abundante. Um sorriso largo, um olhar carinhoso, palavras que me fizeram melhor, um abraço gostoso e uma escolha que rendeu muitas outras lembranças dignas de saudade.

Sinto que a minha vida toda, desde a minha infância, a palavra Amigo é a grande chave, porque somente com amigo de verdade é que se pode amar, sem cobrar nada. É a parte gostosa de ser esposa amiga, mãe amiga, amiga amiga, irmã amiga e por consequência ganhar de presente um marido amigo, filha amiga, amigos e irmãos amigos. A vida nos afasta, mas a Energia é tão linda que nos aproxima mesmo na distância, independente do tempo e o sentimento que nos uniu é forte em qualquer época.


O que é bom lembrar que seres vivos não ficam guardados na caixinha, porque morre sem ar. O que fica guardadinho para ninguém mexer é a nossa intimidade, nossa cumplicidade, os rascunhos dos nossos sonhos que passamos a limpo e jogamos para o Universo. E essas obras que saem produzem mais lembranças e essas entram para a coleção de saudades.


Assim, percebo que colecionar saudades é o que me deixa feliz e com Energia para desejar mais motivos

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